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  • BRASIL

    Obrigação de ganhar. Assim chega a seleção brasileira à Copa do Mundo de 2014, segunda oportunidade de conquistar um título mundial dentro de casa. Há 64 anos, no Maracanã, a derrota para o Uruguai deixou uma coisa bastante clara: “Ser vice não serve”, como lembra o técnico Luiz Felipe Scolari.

    Campeão mundial em 2002, o treinador convocou o Brasil sem dar ouvidos à torcida e à imprensa, embora o clima com ambas seja de paz. Ficaram fora jogadores que vivem boa fase na Europa, casos de Miranda e Filipe Luís, do Atlético de Madri, e apostou em jogadores da sua confiança. É asegunda “Família Scolari”.

    Com a base da Copa das Confederações de 2013 mantida, o técnico deve iniciar os treinos com os 11 titulares que enfrentaram a Espanha naquela final. No intervalo de um ano entre as competições, Felipão observou alguns jogadores e incluiu no grupo sete que não estiveram na campanha de um ano atrás. Destes, Willian, Ramires e Fernandinho chegam em alta.

  • CROÁCIA

    A seleção croata não jogou a Copa de 2010 e foi eliminada na fase de grupos nos dois Mundiais anteriores, 2002 e 2006. A memória, porém, prefere se ater a 1998, quando a então estreante terminou em terceiro lugar, com direito a uma surra de 3 a 0 sobre a Alemanha nas quartas de final. Os tempos agora são outros, mas não custa sonhar.

    Rival da seleção brasileira na estreia, a Croácia sabe que mesmo uma derrota magra no dia 12 de junho é lucro. Também porque a equipe jogará desfalcada de um de seus principais jogadores, o atacante do Bayern Mario Mandzukic, suspenso por uma expulsão nas Eliminatórias.

    Além do goleador, os croatas depositam suas fichas no meia Luka Modric, que vive ótimo momento no Real Madrid. E, se vale como chamariz para o torcedor brasileiro, na pré-lista de convocados da Croácia constavam dois atletas nascidos no Brasil: o meia Sammir e o atacante Eduardo Silva.

  • MÉXICO

    O México não termina as Eliminatórias da Concacaf na liderança desde 1998. Mas o insucesso atingiu um nível inédito na última disputa, quando o time só não foi eliminado graças a dois gols nos acréscimos dos Estados Unidos sobre o Panamá. De lá para cá, porém, as coisas só melhoraram.

    Sob o comando de Miguel Herrera, o quarto técnico em seis meses, o México passou sem sustos pela Nova Zelândia na repescagem e, mais tarde, goleou Finlândia e Coreia do Sul em amistosos. A equipe não é uma constelação de astros, mas tem alguns nomes de destaque: os talentosos Chicharito Hernández e Giovani dos Santos, o artilheiro Oribe Peralta e o veterano Rafa Márquez.

    Presente em 14 Copas do Mundo, o México jamais foi além das quartas de final, escrita que fatalmente se manterá em 2014. Após o perrengue que viveram nas Eliminatórias, entretanto, viajar ao Brasil já é motivo de festa para os mexicanos. E passar de fase, superando a concorrência de Croácia e Camarões, não é algo impensável.

  • CAMARÕES

    Apesar da tradição em Copas e de ter a maioria de seus atletas atuando na Europa, a seleção de Camarões chega ao Brasil com pouca esperança de igualar a campanha de 1990, quando chegou às quartas de final. Prova disso é que o time ainda depende do talento de Samuel Eto’o, craque que jamais brilhou em Copas e que agora, já veterano, deixou de ser protagonista também em clubes.

    Não bastasse a falta de talento da atual geração camaronesa, o clima nada amistoso dentro da seleção já provocou o afastamento do próprio Eto’o, suspenso por oito meses em 2012 após liderar um levante de atletas que cobravam premiações não pagas pelos dirigentes.

    De alento para os camaroneses, fica mesmo a tradição do país em Copas do Mundo, com seis participações: 1982, 1990, 1994, 2002 e 2010. É a seleção africana com maior número de participações em Mundiais e costuma demandar algum respeito dos adversários, por pior que seja o momento.

  • ESPANHA

    Com alguns de seus principais nomes disputando a última Copa da carreira, como Casillas e Xavi, a Espanha chega à Copa de 2014 mirando o bicampeonato mundial para consagrar de vez uma geração que elevou o futebol do país a outro patamar. A sensação de time imbatível, porém, perdeu força após a derrota para o Brasil por 3 a 0 na final da Copa das Confederações de 2013. Ainda assim, os comandados por Vicente del Bosque seguem entre os favoritos ao título.

    Como a conquista na edição anterior não garante mais a classificação antecipada para a próxima Copa, a Espanha precisou jogar as Eliminatórias europeias para garantir presença no torneio pela 14ª vez. E ela veio de forma invicta, com a liderança do grupo com 20 pontos, jogando a França à repescagem.

    A base é praticamente a mesma da equipe campeã mundial em 2010, mas com reforço brasileiro: Diego Costa, atacante do Atlético de Madri que optou por defender a seleção espanhola.

  • HOLANDA

    Primeira seleção a garantir vaga para a Copa do Mundo, os holandeses apostam na base da equipe que foi vice-campeã no Mundial de 2010, na África do Sul, porém longe de exibir a mesma condição física e técnica. Jogadores como De Jong, Robben, Van Persie, Sneijder e Van der Vaart seguem como titulares, mas já sentem o peso da idade.

    Agora sob o comando de Louis Van Gaal, a Holanda tenta apagar a péssima imagem deixada na Euro 2012, quando a equipe caiu na primeira fase com três derrotas em três jogos. Nas eliminatórias para o Mundial do Brasil, a seleção holandesa deitou e rolou: foram nove vitórias em dez jogos, marcando 34 gols e sofrendo apenas cinco.

    Os últimos amistosos, como o empate de 1 a 1 com o Equador, revelaram algumas limitações na equipe e o receio de Van Gaal em utilizar novatos. A exceção foi Memphis Depay, do PSV, titular no jogo contra os equatorianos e candidato a uma posição na Copa.

  • CHILE

    Desde 1962, quando sediou a Copa, o Chile não consegue ir além das oitavas de final de uma Copa. Apesar de ter uma geração talentosa e de ser comandada por Jorge Sampaoli, um dos técnicos mais conceituados das Américas, a seleção do país terá de romper favoritismos se quiser ir longe, já que o sorteio a colocou no mesmo grupo das favoritas Espanha e Holanda, finalistas do último Mundial. Além disso, existe a possibilidade de cruzar nas oitavas com o Brasil, algoz na mesma fase nas edições de 1998 e 2010.

    O Chile garantiu vaga em 2014 após terminar as eliminatórias da América do Sul na terceira colocação, com 28 pontos, atrás apenas de Argentina e Colômbia. A campanha, com 29 gols marcados e 25 sofridos, reflete a atual característica do time de Sampaoli: um ataque perigoso, com opções interessantes, mas uma defesa pouco confiável.

    Alguns de seus principais jogadores atuam no futebol brasileiro, como o lateral Mena (Santos) e o meia Valdivia (Palmeiras).

  • AUSTRÁLIA

    A seleção da Austrália luta contra o descrédito geral para fazer uma campanha ao menos aceitável na Copa 2014. Com um técnico que assumiu o cargo há cerca de dois meses - Ange Postecoglou foi contratado para ocupar o lugar do alemão Holger Osieck -, os australianos sabem que conquistar uma vaga para a fase de mata-matas do Mundial é praticamente impossível, especialmente em um grupo onde também estão Holanda e Espanha.

    Postecoglu, um australiano de origem grega que trabalhou por muito tempo à frente das seleções de base do país, terá como maior desafio substituir uma geração envelhecida, que foi base da boa participação australiana na Copa de 2006, na Alemanha, quando a equipe chegou às oitavas de final.

    A equipe da Oceania não terá mais o experiente goleiro Mark Schwarzer, mas ainda contará com os experientes Lucas Neill, na zaga, e Tim Cahill, no ataque. Postecoglu também aposta no talento dos jovens meias Tommy Oar e Tom Rogic.

  • COLOMBIA

    Assim como em 1994, a Colômbia entra como candidata a surpreender nesta Copa do Mundo. Contudo, ao contrário de 20 anos atrás, quando houve uma “glamourização” da equipe de Valderrama e companhia, o técnico argentino José Pekerman e seus comandados planejam ser bem mais discretos. Neste ponto, e somente neste, a lesão de Falcao Garcia pode até colaborar, pois diminui bastante a expectativa em relação à equipe.

    Falcao bem que se esforçou, mas não conseguiu se recuperar a tempo de uma lesão no joelho. Acabou cortado da lista final, e seu espaço entre os titulares deve ficar para Jackson Martínez, que também herdou do astro o posto de goleador do Porto. O nível de ambos não é o mesmo, mas Jackson tem faro de artilheiro e ameniza os danos da inestimável perda.

    Desfalque à parte, a Colômbia tem muita qualidade técnica, principalmente do meio pra a frente. Pekerman imprimiu um estilo bem ofensivo e, ao mesmo, responsável taticamente. Assim, o sólido sistema defensivo, liderado pelo velho conhecido Yepes, dá liberdade a nomes como James Rodríguez, Cuadrado e Guarín liberdade na criação.

  • GRÉCIA

    Seleção mais fraca do Grupo C, a Grécia é apontada por todos como candidata a saco de pancadas. Nas Eliminatórias, ficou em segundo lugar no grupo liderado pela Bósnia e, na repescagem, contou com o brilho de Kostas Mitroglou, que não chega ao Brasil em um bom momento físico e técnico.

    A aposta do técnico Fernando Santos é, portanto, no jogo defensivo dos gregos, fórmula com a qual tiveram sucesso há dez anos, na conquista da Eurocopa sobre Portugal. O elenco de hoje, porém, é mais limitado que aquele campeão europeu, além de nomes como Gekas, Katsouranis e Karagounis, estes dois últimos vencedores da Euro, estarem envelhecidos. Ou seja, dificilmente será uma surpresa como foi em 2004.

    Se a previsão de eliminação precoce se confirmar, a Grécia seguirá sem ter o gostinho de jogar as oitavas de final. Em seus dois Mundiais (1994 e 2010), não passou da fase de grupos e possui até hoje somente uma vitória em Copas.

  • COSTA DO MARFIM

    Cheia de jogadores experientes e com presença em algumas das principais ligas da Europa, a Costa do Marfim ainda não foi capaz de transformar a qualidade individual de seu time-base em um conjunto competitivo para a disputa de uma Copa do Mundo.

    Desde sua primeira participação na competição, em 2006, nunca conseguiu se classificar à fase de oitavas de final. E muito por conta do fraco desempenho de seus nomes mais importantes, como Yaya Touré e Didier Drogba. O atacante ex-Chelsea, por exemplo, só anotou dois gols em Copas até aqui: um em cada edição da qual participou. Em um grupo equilibrado como o de 2014, a esperança é atingir o nível que o consagrou atuando na Inglaterra.

    Já Touré chega ao Brasil em um momento fantástico da carreira. Campeão do Campeonato Inglês e da Copa da Liga Inglesa, o volante marfinense tem a missão de ser o líder de sua seleção, muito provavelmente a melhor do continente africano nesta edição.

  • JAPÃO

    Faltou muito pouco para que o Japão conseguisse, na Copa da África do Sul, em 2010, a vaga para as quartas de final. Após um 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação contra o Paraguai, perderia na disputa por pênaltis a chance de alcançar sua melhor colocação na história dos Mundiais.

    O trabalho do então treinador Takeshi Okada foi continuado pelo italiano Alberto Zaccheroni. Com o novo comandante, os japoneses adquiriram maior consciência defensiva e, apesar de não terem passado da primeira fase na Copa das Confederações de 2013, fizeram um jogo parelho com a Itália, em que chegaram a virar o primeiro tempo vencendo por 2 a 1.

    Neste Mundial, o Japão entra na briga com Costa do Marfim e Colômbia pelas vagas na fase seguinte. Uma estreia com empate diante dos africanos e uma vitória sobre a Grécia no segundo confronto da chave podem dar a vaga aos asiáticos, que passaram do estágio de grupos em duas oportunidades nas quatro Copas disputadas.

  • URUGUAI

    Apesar de carregar a tradição de um país bicampeão do mundo, há décadas o Uruguai não chega a uma Copa apontado como favorito. Em 2010, na Copa da África do Sul, a equipe comandada por Oscar Tabárez foi a maior surpresa ao chegar na semifinal e ter o atacante Diego Forlán eleito o melhor jogador do torneio. Mesmo assim, em 2014 mais uma vez o time sul-americano está mais próximo de ser considerado uma zebra do que um candidato forte ao título.

    Entre os jogadores convocados, os principais nomes são os mesmos de quatro anos atrás, como Cavani, Muslera, Lugano, Forlán e Suárez. Isso significa que a seleção chega ao Brasil com mais experiência, mas também envelhecida. Lugano e Forlán, por exemplo, caíram bastante de produção nos últimos anos e não têm mais o pique da juventude.

    Cabeça-de-chave, o Uruguai forma ao lado de Itália e Inglaterra a chave mais vitoriosa da história das Copas, com sete títulos reunidos no grupo D.

  • COSTA RICA

    Ausente na edição de 2010, a Costa Rica está de volta à Copa do Mundo para disputar a competição pela quarta vez. Depois de ter avançado às oitavas de final na estreia, em 1990, não conseguiu passar da fase de grupos nas duas últimas participações. A tendência é que isso se repita no Brasil, dada a falta de sorte dos costarriquenhos no sorteio das chaves, caindo ao lado de três campeões mundiais: Inglaterra, Itália e Uruguai.

    A classificação ao Mundial aconteceu sem grandes sustos, e o passaporte para o Brasil foi carimbado com duas rodadas de antecedência nas Eliminatórias da Concacaf. Na campanha, a seleção chegou a bater EUA, México e Honduras, que também estarão na Copa. O problema é que faltam bons resultados contra adversários mais tradicionais nos últimos anos. Os mais expressivos foram os empates obtidos em amistosos diante de Argentina e Espanha, ambos em 2012.

  • INGLATERRA

    Quinto país com mais jogos na história das Copas, a Inglaterra não chega às semifinais desde 1990 e, no Brasil, aposta em um grupo que mescla experiência e juventude para tentar mudar essa história. Aos 34 e 35 anos, respectivamente, Steven Gerrard e Frank Lampard mais uma vez serão os responsáveis por organizar a equipe, com Wayne Rooney aparecendo como principal arma ofensiva, apesar dos questionamentos sobre suas condições físicas.

    Entre as caras novas aparecem sete jogadores com até 23 anos e sem experiência em Copas, entre eles Jack Wilshere e Alex Oxlade-Chamberlain, do Arsenal, Raheem Sterling, do Liverpool, e Danny Welbeck, do Manchester United.

    Apesar da dificuldade de enfrentar Uruguai e Itália na fase de grupos, caso se classifique a seleção enfrentará um rival bem menos tradicional nas oitavas, já que o adversário viria do grupo C, que tem Colômbia, Grécia, Costa do Marfim e Japão.>

  • ITÁLIA

    Reconstrução foi a palavra de ordem na seleção italiana após a campanha na Copa de 2010, quando não teve uma única vitória e caiu ainda na fase de grupos. Comandado por Cesare Prandelli, que assumiu o cargo de treinador após o Mundial da África do Sul, o processo não demorou a dar resultado. Com um time que dá à técnica e à posse de bola o mesmo valor que os dá aos cuidados defensivos, a Itália foi vice-campeã da Euro de 2012.

    Apesar de conseguir implantar uma nova filosofia na equipe, Prandelli ainda tem dúvidas sobre a formação ideal. Do início da Euro aos últimos amistosos, ele já testou uma série de esquemas táticos. O trio de zagueiros da Juventus parece uma certeza, mas as dúvidas nas laterais e na vaga ao lado de Balotelli no ataque transformam a escalação em uma incógnita.

    Seja qual for o esquema tático, a Itália tem se mostrado novamente capaz de encarar qualquer adversário, mostrando competitividade digna de uma tetracampeã do mundo.

  • SUIÇA

    Com participação modesta nas últimas três Copas, a Suíça vem ao Brasil com status de cabeça de chave do grupo E. A seleção fez campanha invicta nas Eliminatórias e se credenciou como uma das oito melhores do ranking da Fifa para o torneio.

    Apesar da vitória sobre a campeã Espanha, em 2010, os suíços sequer avançaram para as oitavas na ocasião e ainda foram para casa com a fama de retranqueiros. Agora, além de ser cabeça de chave, a Suíça tem boas chances de passar da fase de grupos. A equipe tem duelo direto pela vaga logo na estreia da Copa, diante do Equador. A seleção ainda encara França e Honduras.

    O time de Ottmar Hitzfeld, técnico com duas conquistas da Liga dos Campeões no currículo, é formado por jovens e habilidosos jogadores. Destaque para os meias Shaqiri, do Bayern de Munique, e Inler, do Napoli. O lateral Lichtsteiner, da Juventus, é a segurança na sempre firme defesa suíça.

  • EQUADOR

    O Equador participa do seu terceiro mundial. Em 2002 teve desempenho modesto e não conseguiu passar da fase de grupos, mas quatro anos depois, na Alemanha, mostrou evolução e chegou às oitavas de final. Na ocasião, foi eliminada pela Inglaterra, após derrota por 1 a 0.

    Embora jogue em seu continente em 2014, o que pode trazer benefícios, o Equador não terá no Brasil uma arma fundamental das Eliminatórias: a altitude de 2,8 mil metros de Guayaquil. Ainda assim, há esperança. No grupo E da Copa, o time de Reinaldo Rueda encara Suíça, França e Honduras e tem condições de brigar ao menos pela segunda vaga da chave.

    O meia Antonio Valencia, que defende o Manchester United e disputou a Copa de 2006, e o atacante Jefferson Montero são as esperanças ofensivas do Equador. E há uma curiosidade que pouco deve ajudar o time: o limitado zagueiro Frickson Erazo é jogador do Flamengo e atuará no Maracanã diante da França.

  • FRANÇA

    Após o fracasso na Copa de 2010, quando foi lanterna do grupo e passou longe de avançar às oitavas de final, a França chega renovada para 2014. Apesar das mudanças, a seleção de Didier Deschamps teve dificuldades para se classificar para a Copa. No mesmo grupo da Espanha nas Eliminatórias, os franceses ficaram em segundo lugar e só foram ao Mundial graças a uma virada histórica contra a Ucrânia na repescagem.

    Os maus resultados deixaram a França em má posição no ranking da Fifa e, em consequência, fora da lista de cabeça de chave. Mas não há do que reclamar. A equipe caiu em um grupo com Suíça, Equador e Honduras e surge como candidata a liderar o grupo E.

    Sob o comando de Ribery, que faz sua terceira Copa e ainda é o principal nome do time, a França chega ao Brasil com outras boas peças: os promissores Pogba e Varane, o goleiro Lloris, os volantes Matuidi e Cabaye e o atacante Benzema, que vive ótima fase no Real Madrid.

  • HONDURAS

    Sem tradição em Copas, Honduras disputa no Brasil o terceiro mundial de sua história. Nas campanhas anteriores, em 1982 e 2010, não conquistou nenhuma vitória. Na primeira aparição, acumulou dois empates, um deles contra a dona da casa Espanha, e uma derrota, terminando a Copa em 18º lugar. Quase três décadas depois, em 2010, teve um desempenho ainda pior: derrotas para Espanha e Chile e empate com a Suíça. Lanterna do grupo, passou os três jogos sem marcar gol na África do Sul.

    Apesar do retrospecto ruim em Copas, Honduras fez campanha eficiente nas Eliminatórias da Concacaf, terminando à frente do México. E o fato de jogar a terceira partida em Manaus contra a Suíça pode dar uma focinha aos hondurenhos, mais habituados ao calor do que os europeus.

    A verdade é que a chance de passar às oitavas de final em 2014 é mínima, apesar do grupo pouco assustador. E a seleção de Honduras se dará por satisfeita se somar ao menos três pontinhos em um jogo no Brasil.

  • ARGENTINA

    Uma das favoritas da Copa de 2014, a Argentina aposta em seu poderoso ataque para conquistar o terceiro título mundial. A maior parte da responsabilidade, claro recai sobre Lionel Messi, que adquiriu um protagonismo efetivo na seleção sob o comando do técnico Alejandro Sabella. E, apesar de ter sofrido com algumas lesões pelo Barcelona na temporada, recuperou a boa forma física e técnica na reta final e deve chegar ao Brasil tinindo.

    A preocupação fica por conta do sistema defensivo, expressada principalmente na figura do goleiro Sergio Romero. Ele é reserva de seu clube, o Monaco, e atuou em apenas nove partidas desde que se transferiu para a França, em agosto de 2013. Apesar do clamor popular por uma mudança na posição, Sabella sempre ratificou sua confiança no atleta, também titular sob o comando de Maradona na África do Sul, em 2010.

  • BOSNIA

    Única estreante em Copas desta edição, a Bósnia não aceita apenas participar: quer a classificação à próxima fase. Jogadores para isso a seleção tem, já que alguns de seus atletas se destacam em grandes centros do futebol europeu. São os casos dos meias Lulic, da Lazio, e Pjanic, Roma, e dos atacantes Dzeko, do Manchester City, e Ibisevic, do Stuttgart.

    Graças a esse quarteto ofensivo, a equipe marcou 30 gols nas Eliminatórias e teve o quarto melhor desempenho ofensivo do continente. Isso permitiu aos comandados do técnico Safet Susic encerrar a campanha na liderança do grupo G, com vaga direta no Mundial. Foram oito vitórias, um empate e apenas uma derrota.

    A Bósnia já havia mostrado força nas Eliminatórias para a Copa da África do Sul, em 2010, quando caiu ante Portugal na repescagem. Desta vez, porém, os bósnios deram um passo adiante e não voltarão para casa satisfeitos se não forem ao menos às oitavas de final.

  • IRÃ

    Forte no futebol do continente asiático, o Irã nunca conseguiu surpreender as grandes seleções nas edições de Copa do Mundo das quais participou: 1978, 1998 e 2006. E não deve ser desta vez que os iranianos conseguirão a inédita classificação à fase de oitavas de final.

    Ainda assim, a equipe sonha com um bom papel no Mundial do Brasil. Sob o comando do português Carlos Queiroz, que já foi treinador da seleção de seu país, os iranianos esperam que a experiência do técnico possa fazer alguma diferença no desempenho do Irã diante de Argentina, Nigéria e Bósnia.

    No elenco, os “persas” contam com alguns jogadores que atuam na Europa, como o goleiro Daniel Davari, do Eintracht Braunschweig, da Alemanha, e os atacantes Ashkan Dejagah, do Fulham, da Inglaterra, e Sardar Azmoun, do Rubin Kazan, da Rússia. Este último, de apenas 19 anos, é uma grande promessa do país.

  • NIGÉRIA

    Renovada e, de certa forma, fortalecida pela conquista da Copa da África em 2013, a Nigéria quer apagar neste Mundial a má impressão deixada na campanha de 2010, quando caiu ainda na fase de grupos. Aliás, os nigerianos não conseguem se classificar às oitavas de final desde a edição de 1998, na França.

    A equipe africana tem no centroavante Emmanuel Emenike a esperança de gols para a classificação. Artilheiro do Fenerbahce no Campeonato Turco, com 12 gols em 28 partidas, foi fundamental para a conquista do título nacional. Além dele, o elenco nigeriano tem atletas como Obi Mikel, do Chelsea, Victor Moses, do Liverpool, e Vincent Enyeama, do Lille.

    Enyeama, inclusive, foi escolhido pelo jornal L’equipe como o melhor goleiro do Campeonato Francês. Com apenas 26 gols sofridos em 38 jogos, o arqueiro desfaz o mito de que “seleções africanas têm goleiros fracos”. E tentará justificar isso no Mundial.

  • ALEMANHA

    Na busca pelo tetracampeonato mundial, a Alemanha chega à Copa do Mundo no Brasil como uma das seleções favoritas ao título e com uma das gerações mais talentosas de sua história.

    Assim que estrear na cidade de Salvador diante de Portugal, a equipe germânica será a primeira a completar a marca de 100 jogos em Copas, mesmo tendo ficado de fora dos torneios de 1930 e 1950, este último justamente o único a ser disputado no Brasil.

    Depois de dois terceiros lugares seguidos, em 2006 e 2010, e de quatro vices, o foco alemão agora é quebrar o jejum de 24 anos sem levantar a taça. Para a missão, o técnico Joachim Löw aposta na mescla de jovens estrelas, como Reus, Götze e Draxler, com nomes mais experientes, como Lahm, Schweinsteiger e Klose.

  • PORTUGAL

    A má campanha nas Eliminatórias, que levou a seleção portuguesa à repescagem, pode enganar. O time que vem ao Brasil tem lá seus buracos, mas é bom o suficiente para fazer bonito na Copa do Mundo. A defesa é firme, com o zagueiro Pepe e o lateral Fábio Coentrão, do Real Madrid. O meio-campo é eficiente, com João Moutinho, Raul Meireles e Miguel Veloso. E o jovem volante William Carvalho vem de grande temporada pelo Sporting, pronto para desabrochar. Já o ataque... bom, o ataque é Cristiano Ronaldo.

    Ironicamente, o setor ofensivo é o que mais incomoda o técnico Paulo Bento. Algo ficou evidente nas Eliminatórias, sobretudo na repescagem contra a Suécia: o segredo do sucesso de Portugal é fazer a bola chegar a Cristiano Ronaldo. Não que tenha sido uma grande descoberta... Com o astro inspirado, pouco importa a falta de opções no ataque. Ele é capaz de resolver sozinho.

  • GANA

    A história da seleção de Gana em Copas do Mundo começou a ser escrita recentemente. A estreia do país africano no torneio aconteceu somente em 2006, na Alemanha, quando conseguiu chegar às oitavas de final e foi eliminada pelo Brasil.

    No Mundial seguinte, em 2010, os ganeses surpreenderam e alcançaram as quartas de final, se igualando a Camarões como a seleção africana que mais longe chegou em uma Copa - os camaroneses pararam nesta fase em 1990. E por muito pouco o time ganês não alcançou a semifinal na África do Sul, já que teve a chance de derrotar o Uruguai no último minuto da prorrogação, mas Asamoah Gyan desperdiçou o histórico pênalti cometido por Luis Suárez.

    A participação de Gana no Brasil será a terceira seguida em Copas. Com um time mais experiente e com alguns remanescentes das campanhas anteriores, a ideia é superar a campanha do torneio passado e tentar chegar entre as quatro melhores seleções.

  • USA

    Há muito o futebol deixou de ser ignorado pelos norte-americanos. A seleção do país disputou as últimas seis Copas do Mundo, evoluiu consideravelmente dos anos 1990 para cá e a Major League Soccer, a liga profissional local, é hoje sucesso de público e já atrai astros internacionais, mesmo que em fim de carreira. Mas o próximo passo evolutivo, que seria fazer bonito em uma Copa, deve ficar para depois.

    O projeto dos EUA para 2014 começou a fracassar no dia do sorteio dos grupos, que colocou a equipe em uma das chaves mais fortes da Copa, com Alemanha, Portugal e Gana. Frente a tais concorrentes, evitar um vexame no Brasil já será satisfatório.

    Sem Landon Donovan, ausente na lista definitiva do alemão Jürgen Klinsmann, a equipe dependerá bastante da experiência de Tim Howard, Michael Bradley e Clint Dempsey. Embora tenha média de idade de 27,2 anos, o que detona experiência, a seleção norte-americana chega ao Brasil como alguns jovens, entre eles Julain Green, de 18 anos, e DeAndre Yedlin, de 20. Um bom resultado na Copa mostrará que a aposta em Klinsmann foi acertada e ajudará a firmar essa nova geração.

  • BÉLGICA

    A boa safra de jogadores que revelou nos últimos anos faz com que a Bélgica seja vista com outros olhos para esta Copa. A campanha invicta nas eliminatórias europeias, com 26 pontos e oito vitórias em dez partidas, e os resultados relevantes em amistosos ergueram o país no ranking da Fifa e o garantiram entre os cabeças de chave. Comprovar que a badalação em cima da equipe não é à toa será o maior desafio dos belgas no Mundial de 2014.

    O técnico é Marc Wilmots, integrante da primeira geração de ouro do futebol belga como jogador e segundo maior artilheiro da história da seleção. Para esta Copa, no entanto, ele sofreu uma baixa importante no ataque: Benteke, goleador do Aston Villa, se lesionou. Mas Lukaku é boa alternativa para a vaga do astro ausente. Outra aposta ofensiva, embora não como centroavante, é Adnan Januzaj, de apenas 19 anos, revelação do Manchester United.

    Os principais jogadores da seleção atuam fora do país. Dos 23 convocados por Wilmots para a Copa no Brasil, apenas sete defendem clubes belgas.

  • ARGÉLIA

    Única seleção da chamada África árabe na Copa 2014, a Argélia chega a seu terceiro Mundial apostando no sucesso de formação de uma seleção nacional composta em sua maioria por jogadores argelinos nascidos na França. Se o antigo colonizador e campeão mundial de 1998 incorporou ao longo dos anos em sua equipe craques como Zidane, Benzema e Nasri, desta vez a Argélia assegurou que talentos como o meia Saphir Taider e o atacante Sofiane Feghouli, ambos nascidos em território francês, atuassem pelo time argelino no Mundial.

    Após uma classificação sofrida nas Eliminatórias africanas, nas quais assegurou sua vaga no playoff contra Burkina Faso apenas pelo critério do gol marcado fora de casa, a Argélia será comandada pelo técnico bósnio Vahid Halilhodzic, que classificou Costa do Marfim à Copa de 2010. Com Hallihodzic, os argelinos esperam fazer uma participação melhor do que a de quatro anos atrás, quando ficaram na lanterna do grupo, com apenas um ponto conquistado.

  • RÚSSIA

    Sede da próxima Copa, em 2018, a Rússia retorna aos Mundiais após um intervalo de 12 anos. E para não emplacar uma terceira ausência consecutiva (a última participação havia sido em 2002, na Coreia e Japão), a federação russa de futebol trouxe o italiano Fabio Capello para comandar a seleção. E o resultado foi uma classificação ainda na fase de grupos, com sete vitórias em dez jogos.

    Sob comando do técnico italiano, a Rússia tornou-se um time competitivo, muito disciplinado na marcação, mas nada espetacular. A seleção russa costuma pecar pela falta de criatividade no meio-campo, o que acaba complicando a equipe em jogos contra adversários mais qualificados. Se quiser deixar sua marca no Brasil em 2014, a única chance de Capello é contar com todos os seus bons jogadores à disposição. Ainda assim, o treinador abriu mão de chamar o ex-capitão Andrey Arshavin, apesar das boas partidas que o meia-atacante tem feito em seu clube, o Zenit.

  • CORÉIA

    Presente nas últimas sete Copas e quarta colocada na edição de 2002, quando dividiu a organização do torneio com o Japão, a Coreia do Sul teve um ciclo conturbado. Mas conseguiu com facilidade a classificação para o Mundial no Brasil, ao ficar em segundo lugar no Grupo A das Eliminatórias da Ásia, atrás apenas do Irã. Hong Myung-Bo, ex-capitão da seleção e considerado um dos maiores jogadores da história do país, é o terceiro técnico da equipe desde 2010.

    Coube a Hong Myung-Bo a missão de renovar boa parte do elenco para a Copa deste ano. O técnico aproveitou os amistosos disputados antes da convocação para testar dezenas de opções, incluindo jovens que atuam na Coreia do Sul, já que os principais nomes da seleção defendem clubes europeus.

    A renovação deixou fora da lista final, por exemplo, o mais vitorioso jogador do país na Europa: o meia Park Ji-Sung, atualmente emprestado ao PSV e que defendeu o Manchester United por sete temporadas.

  • NEYMAR JÚNIOR

    Mais jovem camisa 10 da seleção em Copas desde Pelé, em 1958, Neymar, aos 22 anos, carrega nas costas o peso do protagonismo. E não se pode negar que as chances de título serão maiores se ele estiver em grande forma. Após um ano no Barcelona, o atacante ganhou a “cancha” que lhe faltava. Jogou ao lado de um dos melhores do mundo, Messi, enfrentou outros e se infiltrou entre eles. Ao menos a camisa 10 está em boas mãos.

  • LUKA MODRIC

    Coadjuvante em 2006, o meio-campista do Real Madrid é hoje o principal nome da Croácia. Formado no Dínamo Zagreb, aos 28 anos é titular e um dos pilares do Real Madrid de Cristiano Ronaldo. Tratado inicialmente como armador, passou a atuar como segundo volante na atual temporada e cresceu de produção. Tem 73 jogos e oito gols pela equipe nacional.

  • Javier ‘Chicharito’ Hernández

    O atacante do Manchester United já viveu dias melhores, tanto na seleção quanto no clube inglês. Mas ainda é o principal expoente da equipe mexicana. Depois de marcar 9 gols na última temporada, vem ao Brasil disposto se revalorizar e a mostrar que não é uma promessa não cumprida do futebol. O fato, porém, é que ele depende da seleção mais do que a seleção depende dele.

  • Samuel Eto’o

    O atacante é o único jogador africano com três títulos da Liga dos Campões da Uefa e é o maior goleador da história da seleção, com 55 gols. Suspenso por oito meses em 2012, em meio a uma disputa política com dirigentes da Federação, chegou a dizer que temia ser assassinado. Hoje, embora longe dos melhores momentos da carreira, está em paz com a chefia e é mais uma vez o dono do time.

  • Iniesta

    Autor do gol na final da Copa de 2010 diante da Holanda, que garantiu à Espanha seu primeiro título mundial, o meia Andrés Iniesta não vem de uma temporada gloriosa com o Barcelona, mas tem um papel fundamental na seleção que busca o bicampeonato no Brasil. Aos 30 anos, ele pode chegar à marca de 100 jogos por seu país na terceira Copa da carreira.

  • Robin Van Persie

    Robin Van Persie será a maior esperança de gols da Holanda na Copa. Maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 42 gols em 83 jogos, aos 30 anos ele vai à terceira Copa do Mundo, agora na condição de capitão da equipe de Van Gaal. Nos Mundiais anteriores (Alemanha 2006 e África do Sul 2010), somou 11 jogos e dois gols marcados.

  • Alexis Sanchez

    O atacante Alexis Sanchez, de 25 anos, vai á segunda Copa da carreira e tem na velocidade um de seus principais pontos fortes. Pelo Barcelona, costuma atuar mais pelas pontas e foi o vice-artilheiro da equipe catalã na temporada 2013-14, com 21 gols. Ele é o quinto maior artilheiro da seleção chilena, com 22, além de 65 partidas com a camisa do país.

  • Tim Cahill

    Aos 34 anos, Cahill fará no Brasil sua despedida em Copas do Mundo. Com 64 jogos disputados pelos “Socceroos”, com a seleção é conhecida, Cahil já assinalou 30 gols, três deles em Mundiais: dois em 2006 e um em 2010. Atualmente no New York Red Bull, dos Estados Unidos, durante nove temporadas (entre 2004 e 2012) foi nome de destaque no Everton, da Inglaterra.

  • James Rodríguez

    Contratado a peso de ouro pelo Monaco após se destacar no Porto, o meio-campista chega ao Brasil com responsabilidade aumentada. Afinal,tornou-se o principal nome da equipe desde o corte de Falcao García. Veloz e habilidoso, tem tudo para terminar o Mundial ainda mais valorizado do que hem 2013, quando custou R$ 139 milhões.

  • Konstantinos Mitroglou

    Foram 10 milhões de libras para Kostas Mitroglou deixar o Olympiacos e assinar com o Fulham. Porém, o investimento foi por água abaixo com a lesão no joelho sofrida pelo atacante, que só disputou 150 minutos pelo novo clube. Mesmo assim, o técnico Fernando Santos confia na qualidade do atleta, autor de três gols cruciais na repescagem contra a Romênia.

  • Yaya Touré

    Ele era volante defensivo e, no Barcelona, chegou até a atuar como zagueiro improvisado. Porém, depois que chegou ao Manchester City, o marfinense se reinventou e, atuando como segundo volante, mais próximo do gol , tornou-se o principal jogador do time. Só no título nacional marcou 20 gols. Para a Copa, é o africano que chega mais badalado.

  • Keisuke Honda

    Em dezembro de 2013, Keisuke Honda deu um grande salto na carreira e se transferiu do CSKA Moscou para o Milan, seu sonho de infância. Na Itália, mesmo com a campanha irregular da equipe, conseguiu mostrar em alguns jogos o bom futebol que o levou a ser contratado. Destaque japonês na última Copa das Confederações, pode dar trabalho ao lado de Shinji Kagawa.

  • Luis Suárez

    Em 2010 ele protagonizou uma das cenas mais memoráveis da Copa ao impedir com a mão o gol de Gana que eliminaria o Uruguai. Foi expulso por cometer o pênalti, mas viu seu país avançar após o rival errar a cobrança. Neste ano, chega com o status de um dos maiores atacantes do mundo, artilheiro do Campeonato Inglês com 31 gols.

  • Joel Campbell

    Revelado pelo Deportivo Saprissa, o atacante de 21 anos pode jogar tanto centralizado como pelos lados. Foi contratado pelo Arsenal em 2011, mas tem sido emprestado a outros times europeus desde então. Na última temporada, destacou-se pelo Olympiacos, da Grécia, e chamou a atenção com um golaço contra o Manchester United em jogo pela Liga dos Campeões.

  • Wayne Rooney

    Principal nome inglês há tempos, Rooney está entre os dez jogadores com mais partidas e é o quinto maior artilheiro do país na história. Apesar dos números, ele ainda não repetiu na seleção as conquistas que tem no Manchester United. Desperta certa desconfiança pela série de lesões recentes, mas conta com a confiança de Hodgson para liderar o time.

  • Andrea Pirlo

    Aos 35 anos, o volante da Juventus ainda é o principal símbolo de técnica do futebol italiano. Joga posicionado à frente da área, protegendo a zaga, mas participa efetivamente da criação de jogadas de ataque graças à visão de jogo privilegiada e à precisão nos passes longos, nos chutes de longa distância e nas bolas paradas.

  • Shaqiri

    Mesmo sem muito espaço no elenco estrelado do Bayern de Munique, o jovem Xherdan Shaqiri, de 22 anos, é indispensável na Suíça, logo em sua primeira Copa. Baixinho, o habilidoso meia-atacante é driblador, tem bons passes e bom arremate de fora da área. Pela seleção, Shaqiri tem oito gols em 30 partidas.

  • Antonio Valencia

    Meia do Manchester United, da Inglaterra, e titular na Copa de 2006 pelo Equador, Antonio Valencia é o destaque de sua seleção na Copa de 2014. Forte fisicamente e bastante veloz, o experiente jogador de 28 anos atua pela direita do ataque, é perigoso com seus cruzamentos e chutes de longa distância. O desempenho da equipe na Copa depende dele.

  • Karim Benzema

    O atacante do Real Madrid tem mostrado oportunismo desde os tempos de Lyon, clube no qual começou a carreira. Nos últimos anos, apenas Messi e Cristiano Ronaldo fizeram mais gols do que ele no Campeonato Espanhol. Além da força e do poder de finalização dentro da área, destaca-se também pela visão de jogo.

  • Jerry Bengston

    Mesmo sem atuar no futebol europeu, diferentemente de outros jogadores hondurenhos, Jerry Bengston, de 27 anos, é a grande esperança de gols da seleção de Honduras na Copa. O atacante do New England Revolution, dos Estados Unidos, marcou nove vezes nas Eliminatórias e tentará levar seu país à primeira vitória em mundiais na história.

  • Messi

    Lionel Messi foi o ponto de partida para a montagem desta seleção argentina. Se antes ele não rendia com o uniforme de seu país o que rendia no Barcelona, hoje se sente confortável na equipe nacional. Fazer a Argentina jogar em função de Messi é a maneira que Sabella encontrou para extrair o melhor do craque e também de seus companheiros. Se funcionar no Brasil, os rivais que se cuidem.

  • Dzeko

    Autor de 26 gols na última temporada pelo City, Edin Dzeko é a principal arma da Bósnia para o Mundial. Atacante de área, mede 1,93m e é muito perigoso no jogo aéreo. Mas não é só pelo alto que ele marca, já que é dotado de boa técnica e tem um bom poder de finalização com as duas pernas. Com a ajuda de meias criativos como Misimovic, Lulic e Pjanic, Dzeko pode fazer os goleiros adversários sofrerem.

  • Nekounam

    Com passagem longa pelo Osasuna, da Espanha, entre 2006 a 2012, o meia Javad Nekounam é o líder e também o jogador tecnicamente melhor qualificado da equipe de Carlos Queiroz. Aos 33 anos, o capitão do Irã vem ao Brasil para aquela que deve ser sua última Copa do Mundo. Em 2006, na Alemanha, ele entrou em campo duas vezes pela seleção.

  • Obi Mikel

    Jogador mais técnico do grupo, o volante John Obi Mikel terá a responsabilidade de guiar a Nigéria nos campos do Brasil. Há oito anos no Chelsea, o meio-campista amadureceu e, mesmo sem ter disputado uma Copa, reúne experiência para ser o líder da equipe. Quanto atua por seu país, ganha mais liberdade para criar, ao contrário do que ocorre na Inglaterra, onde joga mais recuado.

  • Bastian Schweinsteiger

    Aos 29 anos, o volante do Bayern de Munique vai para a terceira Copa com a missão de liderar a Alemanha ao tetracampeonato. Schweinsteiger destca-se pela técnica, posicionamento, precisão nos passes curtos, chutes de longa distância e posicionamento. Não à toa é considerado o cérebro do time pelo técnico Joachim Low.

  • Cristiano Ronaldo

    A vaidade, característica mais evidente de Cristiano Ronaldo, é forte motivadora. Obcecado pelo sucesso, o português tem na Copa do Mundo sua última barreira. Já comemorou todos os títulos imagináveis em clubes, mas falta triunfar com a seleção em um grande palco. Coroado melhor do mundo no último ano, não poderia chegar ao Brasil em melhor momento.

  • Kevin-Prince Boateng

    O grande destaque de Gana para a Copa do Mundo no Brasil é Kevin-Prince Boateng, do Schalke. O atleta é alemão de nascimento, mas por ter pai ganês optou por defender a seleção africana. Ao contrário do irmão Jerome Boateng, que atua na seleção da Alemanha. O atleta pode fazer a função de meia de marcação, ofensivo ou até de atacante.

  • Clint Dempsey

    Aos 31 anos, o atacante acumula 103 jogos e 36 gols pela seleção norte-americana, que lhe valeram a tarja de capitão. Tornou-se o primeiro na hierarquia do elenco com a ausência surpreendente de Landon Donovan, ainda o principal nome do esporte no país. O bom currículo, com passagem de sucesso pelo Fulham, da Inglaterra, faz de Depmsey o principal nome do ataque norte-americano nesta Copa.

  • Eden Hazard

    Aos 23 anos, o meia-atacante Eden Hazard chega à Copa em grande fase. Titular absoluto do Chelsea, é visto como um forte rival de Messi, Iniesta e Cristiano Ronaldo em futuras listas de melhores jogadores do mundo. Por pouco ele não ganha a ajuda do irmão mais novo, Thorgen, no elenco. O meia do Zulte Waregem integra a lista de espera de Wilmots.

  • Sofiane Feghouli

    Nascido na França, o atacante Feghouli se transformou em astro da equipe desde sua estreia na seleção nacional, em 2012. Desde então, ele marcou cinco gols pela Argélia, sendo o mais importante deles na derrota por 3 a 2 para Burkina Faso no jogo de ida do playoff das Eliminatórias africanas. No final, o gol deu a vaga aos argelinos pelo critério de desempate.

  • Alexander Kerzhakov

    Remanescente da última participação da Rússia em Copas, o atacante Kerzhakov é o mais experiente jogador da equipe. Já vestiu 77 vezes a camisa da seleção e marcou 23 gols. Revelado pelo Zenit, transferiu-se em 2006 para o Sevilla e ajudou o time espanhol a ganhar a Copa da Uefa, a Copa do Rei e a Supercopa Espanhola. Voltou ao Zenit em 2010, onde joga atualmente.

  • Chu-Young Park

    Um dos mais experientes do atual grupo da seleção da Coreia do Sul, o atacante Park Chu-Young, de 28 anos, tem um toque brasileiro em sua formação no futebol: quando era mais jovem, atuou pelo CFZ, clube fundado por Zico no Rio de Janeiro. Ele tem vínculo com o Arsenal, que o emprestou ao Watford, da segunda divisão da Inglaterra, em janeiro de 2014.

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