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  • Real Sociedad (Espanha)

    O surpreendente quarto lugar no último Campeonato Espanhol coroou a ascensão do clube, que melhorou ano a ano seus resultados após ter passado três anos na segunda divisão. O prêmio é o retorno à Liga dos Campeões, competição que não disputa desde a temporada 2003/04. Naquela oportunidade, foi eliminado nas oitavas de final pelo Lyon. A repetição do feito desta vez seria considerada um bom resultado. O problema é que a Real Sociedad terá de se virar sem aquele que vinha sendo o principal jogador: o volante Asier Illarramendi, comprado pelo

    Real Madrid por 38 milhões de euros (cerca de R$ 119 milhões). Para tentar suprir a ausência na posição, o clube foi atrás de Esteban Granero, que atuava na Inglaterra pelo Queens Park Rangers. Outra novidade é o atacante suíço Haris Seferovic, adquirido junto à Fiorentina. O jovem de 21 anos chega como opção para o setor que já conta com o espanhol Imanol Agirretxe e o mexicano Carlos Vela, que somaram 27 gols na última edição do Campeonato Espanhol.

  • Bayer Leverkusen (Alemanha)

    Mesmo sem nunca ter conquistado um título nacional em toda sua história, o Bayer Leverkusen se consolidou de vez como a terceira força do futebol alemão, atrás de Bayern de Munique e Borussia Dortmund, até por suas presenças constantes na Liga dos Campeões – na verdade, são apenas dois títulos conquistados ao longo dos anos: a Copa da Uefa de 1987/88 e a Copa da Alemanha 1992/93. E para tentar surpreender mais uma vez no continente, assim como fez na campanha do vice-campeonato de 2001/2002, perdendo a final para o poderoso Real Madrid, o time

    alemão acertou com reforços em posições pontuais, como o meia-atacante Heung Min Son, do Hamburgo, promessa sul-coreana de apenas 21 anos de idade, o defensor bósnio Emir Spahic, que era do Anzhi, e o volante Emre Can, revelado pelo Bayern de Munique. A grande perda para essa temporada foi o jovem atacante Andre Schürrle, que acertou com o Chelsea.

  • Shakhtar Donetsk (Ucrânia)

    O tetracampeão ucraniano chega para a disputa da Liga dos Campeões com duas baixas importantes no elenco. Uma delas é o atacante armênio Henrikh Mkhitaryan, que foi artilheiro da liga nacional antes de ser vendido ao Borussia Dortmund. A outra é o volante Fernandinho, que se transferiu para o Manchester City. Somadas, as duas transferências renderam 59,4 milhões de euros (cerca de R$ 187 milhões) aos cofres do clube, que deixou o elenco ainda mais brasileiro ao repor as peças perdidas. A principal novidade é o meia Bernard, campeão da Libertadores com o Atlético-MG. Além dele, chegaram

    outros três jovens que se destacaram no Brasileirão de 2012: o atacante Wellington Nem (ex-Fluminense), o meia Fred (ex-Internacional) e o volante Fernando (ex-Grêmio). Ao todo, são 11 representantes do país à disposição do técnico romeno Mircea Lucescu, que conseguiu levar o Shakhtar ao mata-mata da Liga dos Campeões duas vezes nos últimos três anos. O melhor desempenho aconteceu em 2011, quando caiu nas quartas de final diante do Barcelona.

  • Manchester United (Inglaterra)

    O Manchester United é o atual campeão inglês, fez uma boa temporada passada, mas terá que se reconstruir e se reinventar para tentar brigar pelo título da Liga dos Campeões com as grandes forças do futebol europeu. Isso porque o clube perdeu um dos seus maiores ícones das últimas três décadas: o técnico escocês Alex Ferguson. O comandante estava à frente da equipe desde o longínquo ano de 1986 e se aposentou na metade de 2013, deixando o clube nas mãos do compatriota David Moyes, que, antes, dirigiu o Everton por 11 anos. Com Ferguson, o United conquistou 38 títulos, sendo 13 no Campeonato

    Inglês e duas Liga dos Campeões. Para a atual temporada, o Manchester acertou a contratação do meia belga Fellaini e ainda manteve seus principais jogadores da forte base, como o centroavante holandês Robin Van Persie e o atacante Wayne Rooney.

  • Copenhague (Dinamarca)

    Com mais de 30 títulos dinamarqueses no currículo, o Copenhague não tem a mesma tradição quando o assunto é Liga dos Campeões. Na temporada 2010/2011, o clube se transformou no primeiro time da Dinamarca a passar da fase de grupos da competição, mas nunca foi além disso – na ocasião, nas oitavas de final, caiu diante do inglês Chelsea. Ainda sem grandes pretensões dentro do futebol europeu e com um elenco modesto, a equipe nórdica conta com dois brasileiros: o experiente atacante César Santin, de 32 anos, no clube desde 2008, e o meia Claudemir, que chegou em 2010.

  • Galatasaray (Turquia)

    O clube turco realizou duas contratações de impacto no decorrer da última temporada: a do atacante marfinense Didier Drogba e a do meia holandês Wesley Sneijder. Os dois já possuem o título da Liga dos Campeões no currículo – por Chelsea a Inter de Milão, respectivamente. A dupla representou um salto de qualidade no elenco do Galatasaray, que conseguiu chegar às quartas de final da competição continental. Acabou caindo diante do Real Madrid, isso depois de eliminar o Schalke na primeira etapa do mata-mata. A meta nesta temporada é voltar a superar a fase de grupos e provar que tem condições de

    encarar as grandes forças da Europa – algo que não é comum na história do clube. Para isso, a aposta foi na manutenção da base. As principais contratações foram a do volante brasileiro Felipe Melo e a do atacante Umut Bulut, atletas que já estavam defendendo o time por empréstimo e que agora foram adquiridos de maneira definitiva.

  • Juventus (Itália)

    Depois de ter reinado na Itália nos últimos dois campeonatos, a Juventus tem como desafio nesta temporada levar sua força para além das fronteiras do país e se estabelecer como potência do continente europeu. Na edição anterior da Liga dos Campeões, a primeira após um período de dois anos ausente, o time caiu nas quartas de final diante do Bayern de Munique – que acabou ficando com o título. Para tentar desbancar os alemães, o clube de Turim tratou de buscar peças no mercado para reforçar aquele que vinha sendo apontado como o ponto fraco da equipe: o ataque. A principal delas é o argentino Carlitos

    Tevez, que chega à Itália após quatro anos no Manchester City e usará a camisa 10, que estava sem dono desde a saída do ídolo Alessandro Del Piero, em 2012. Outra novidade para o setor é o espanhol Fernando Llorente, que disputa com o montenegrino Mirko Vucinic uma vaga entre os titulares. Na defesa e no meio de campo, a Juventus segue com a mesma espinha dorsal da temporada anterior – e que também serve de base para a seleção italiana.

  • Real Madrid (Espanha)

    Maior vencedor da história da Liga dos Campeões com nove títulos, o Real Madrid está desde 2002 sem conquistar a competição. A caminhada na última temporada foi interrompida na semifinal pelo Borussia Dortmund, eliminação que motivou a troca no comando da equipe. Desgastado com boa parte do elenco, o português José Mourinho deu lugar ao italiano Carlo Ancelotti, que chega embalado pela condução do PSG ao título francês. O treinador não é a única novidade no clube da capital espanhola, que abriu os cofres e gastou 65 milhões de euros (cerca de R$ 203,5 milhões) para tirar Illarramendi e Isco de Real

    Sociedad e Málaga, respectivamente. Mas a principal aquisição foi concretizada apenas no final da janela de transferências. Trata-se do meia galês Gareth Bale, ex-Tottenham, que foi comprado por 100 milhões de euros (R$ 315 milhões) e se tornou a contratação mais cara da história do futebol.

  • Anderlecht (Bélgica)

    Bicampeão belga, o clube finalmente chega à fase de grupos da Liga dos Campeões, algo que não acontecia deste a temporada 2006-07. Naquela oportunidade, empatou quatro dos seis jogos que fez e perdeu os outros dois. A última vitória aconteceu na edição anterior. A julgar pelo histórico na competição, o time deverá exercer papel de figurante. Um ponto que atrapalha as esperanças do Anderlecht de se candidatar a surpresa é o fato de a base ter sido modificada. Os dois principais artilheiros da equipe no Campeonato Belga deram adeus: o congolês Dieumerci Mbokani e o belga Tom De Sutter.

    Outra baixa importante foi a do volante argentino Lucas Biglia, vendido à Lazio. No processo de reposição das perdas, as principais novidades são dois jovens sérvios: o atacante Aleksandar Mitrovic e o volante Luka Milivojevic.

  • Olympiacos (Grécia)

    Maior vencedor absoluto dentro do Campeonato Grego, o Olympiacos espera se consolidar no continente e fazer bonito na atual edição da Liga dos Campeões. Se conquistar o título ainda é uma utopia, ir além da melhor campanha do clube na história da competição, que é a fase de quartas de final alcançada na temporada 1998/1999, seria o maior prêmio ao clube. Visando uma campanha honrosa, o time da Grécia acertou a contratação do atacante argentino Javier Saviola, que estava no Málaga, da Espanha.

  • Psg (França)

    Na última temporada, o time da capital francesa conseguiu chegar às quartas de final da Liga dos Campeões, resultado que não conquistava na competição havia 18 anos. Acabou caindo diante do Barcelona, mas a eliminação aconteceu apenas pelo gol marcado fora de casa, após dois empates. Embalado pelo título nacional, o PSG tem como desafio nesta edição da competição continental comprovar que de fato está à altura das principais potências da Europa. Para aumentar as chances de atingir este objetivo, o clube de Paris repetiu algo que já vinha fazendo recentemente: investiu pesado na

    contratação de reforços. Para a defesa, chegaram o ex-corintiano Marquinhos, zagueiro que se destacou na Roma, e o lateral-esquerdo Lucas Digne, que veio do Lille. Mas a principal aquisição foi a de um atacante. Para tirar o uruguaio Edinson Cavani do Napoli, foram gastos 64 milhões de euros (cerca de R$ 195 milhões). Agora, cabe a Laurent Blanc, novo treinador do PSG, fazer com que o recém-contratado e o sueco Zlatan Ibrahimovic, grande estrela da equipe ao longo do último ano, funcionem juntos no ataque.

  • Benfica (Portugal)

    O clube de Lisboa vem de uma temporada em que nada deu certo. Primeiro, deu adeus à Liga dos Campeões ainda na fase de grupos, ao ser superado por Barcelona e Celtic. Um pouco mais tarde, perdeu três títulos em duas semanas: Campeonato Português, Liga Europa e Taça de Portugal. Para piorar, a principal estrela, o atacante paraguaio Óscar Cardozo, se desentendeu com o treinador Jorge Jesus e chegou até a empurrá-lo. Só o tempo poderá mostrar exatamente quais serão os reflexos desta briga. O elenco teve a base mantida em relação ao último ano e ganhou algumas novas opções. Chegaram dois

    atacantes: o sérvio Miralem Sulejmani, que estava no Ajax, e o argentino Funes Mori, jovem revelação do River Plate. Todas estas movimentações no mercado foram motivadas pelo objetivo de acabar com a hegemonia do rival Porto no campeonato nacional. Na Liga dos Campeões, porém, superar o desempenho da última edição e conseguir passar da fase de grupos já estaria de bom tamanho.

  • Viktoria Plzen (República Tcheca)

    O clube da República Tcheca fará apenas sua terceira aparição entre os maiores times da Europa – para chegar à fase de grupos da Liga dos Campeões, o Viktoria Plzen passou por três preliminares diante de Zeljeznicar, da Bósnia, Kalju, da Estônia, e Maribor, da Eslovênia. Foram seis jogos, com seis vitórias conquistadas. A equipe também jogou na fase de grupos das duas últimas edições da Champions, em 2011/2012 e 2012/2013. O elenco atual conta com sua maioria de jogadores tchecos, apenas quatro eslovacos e um bósnio.

  • Manchester City (Inglaterra)

    O time inglês se transformou recentemente em uma das potências do futebol mundial muito em função do dinheiro investido pelo xeque árabe Mansour bin Zayed Al Nahyan, um dos homens mais ricos do mundo e que comprou o clube no fim da década passada. Antes considerado o “primo pobre” do arquirrival Manchester United, o City passou a rivalizar com os grandes do país e a disputar títulos - em 2011, conquistou o título inglês e quebrou um jejum que já durava 44 anos. A ideia agora é se firmar como força dentro do continente, uma vez que as duas últimas aparições da equipe na Liga dos Campeões foram

    bastante ruins, quando foi eliminada ainda na fase de grupos. Para a atual temporada, bin Zayed abriu os cofres e contratou o brasileiro Fernandinho, do Shakhtar, os espanhóis Negredo e Jesus Navas, o zagueiro argentino Demichelis e o montenegrino Jovetic. Em contrapartida, Tevez foi para Juventus.

  • CSKA Moscou (Rússia)

    O tradicional clube russo passou por um momento de instabilidade recentemente e, na temporada passada, conseguiu acabar com um incômodo jejum de seis anos sem conquistar a liga nacional. Além do Campeonato Russo, a equipe de Moscou venceu também a Copa da Rússia e a Supercopa da Rússia. Depois de reencontrar o caminho dos títulos, a ideia agora é voltar a fazer bonito em competições europeias, principalmente na Liga dos Campeões – o CSKA foi campeão da Copa da Uefa 2004/2005.

    Mesmo com a perda do atacante brasileiro Vagner Love, que foi se aventurar no futebol chinês, os russos reforçaram seu elenco com o jovem Vitinho, destaque do Botafogo.

  • Bayern de Munique (Alemanha)

    O atual campeão da Liga dos Campeões entra na competição como o time a ser batido, até por ter conquistado tudo que disputou na temporada passada e por ainda ter melhorado seu elenco de forma considerável. A base da tríplice coroa é a mesma, agora com os reforços dos meias Mario Götze e Thiago Alcântara, as principais contratações do clube. Em contrapartida, o Bayern de Munique perdeu o volante Luiz Gustavo, que foi para o Wolfsburg, e o atacante Mario Gomez, contratado pela Fiorentina. A grande dúvida é como o recém-chegado técnico Pep Guardiola vai montar a equipe, já que recai sobre

    ele a pressão de conseguir manter ou até mesmo melhorar o excelente nível que o antecessor Jupp Heynckes conseguiu atingir. E a maneira de jogar nos primeiros jogos do Campeonato Alemão ainda não agradou totalmente os torcedores e parte da imprensa, que ainda têm olhares de desconfiança sobre o comandante espanhol.

  • Steaua Bucareste(Romênia)

    Depois de quatro temporadas ausente da fase de grupos da Liga dos Campeões, o tradicional Steaua Bucareste está de volta à competição europeia. E para conseguir ficar entre os melhores times do continente, a equipe romena teve que passar por três preliminares, incluindo o duelo dramático diante do Legia Varsóvia, da Polônia. Antes, o Steaua havia eliminado o Dínamo Tbilisi, da Geórgia, e o Vardar Skopje, da Macedonia. O cenário atual é bem diferente do que o clube viveu na década de 80, quando conquistou o título da Champions de 1985/86, foi semifinalista em 87/88 e vice-campeão em 88/89. Recentemente, o melhor

    desempenho do Steaua em competições europeias foi o vice-campeonato da Copa da Uefa, em 2005/2006. O elenco mescla a juventude da nova geração romena com alguns veteranos, como o atacante brasileiro Leandro Tatu, de 31 anos, que fez toda sua carreira no futebol português antes de desembarcar no clube, em 2011.

  • Basel (Suíça)

    Na temporada passada, o Basel conseguiu um feito inédito para o futebol da Suíça ao chegar pela primeira vez na história à semifinal da Liga Europa. A base da equipe que brilhou na competição foi mantida, mas o clube perdeu alguns nomes de destaque para o futebol alemão, como o atacante Zoua, que foi para o Hamburgo, e o defensor sul-coreano Joo-Ho Park, negociado com o Mainz. Para chegar à fase de grupos, o Basel encarou dois duelos preliminares contra o Maccabi Tel Aviv, de Israel, e o Ludogorets, da Bulgária – foram quatro jogos, com três vitórias e um empate. A equipe mescla veteranos

    com jovens talentosos da mesma geração de Shaqiri, hoje jogador do Bayern de Munique.

  • Schalke (Alemanha)

    A equipe suou a camisa para eliminar o PAOK, da Grécia, na fase preliminar da Liga dos Campeões e chega para disputa da fase de grupos desacreditada. Isso porque o time começou a temporada de forma muito irregular, sofrendo muitos gols e não consegue arrumar o setor defensivo, que é a dor de cabeça de todos os técnicos que passaram pelo clube nos últimos anos. E mesmo com a contratação do brasileiro Felipe Santana, que estava no rival Borussia Dortmund, as coisas não melhoraram. Além do zagueiro, outros reforços chegaram a Gelsenkirchen e o grande nome de impacto é do meio-campista ganês

    Kevin Prince Boateng, que era do Milan. A diretoria apostou também nos jovens Leon Goretzka, contratado junto ao Bochum, e no atacante Adam Szalai, proveniente do Mainz e que chega para ser reserva do artilheiro holandês Huntelaar, que está sempre lesionado e desfalca a equipe em momentos importantes, como no próprio playoff da competição.

  • Chelsea (Inglaterra)

    O campeão europeu de 2011/2012 fez uma péssima temporada passada na Liga dos Campeões, quando defendia seu título, e sequer passou às oitavas de final da competição, caindo ainda na fase de grupos. Restou ao clube londrino disputar e vencer a Liga Europa, uma espécie de prêmio de consolação, já que também ficou para trás no Campeonato Inglês. Agora, o pensamento é de surpreender novamente na principal competição europeia e chegar forte na briga pela taça. Para isso, o time conta mais uma vez com a experiência do vencedor José Mourinho no banco de reservas e com uma geração de bons jovens atletas,

    como o alemão Andre Schürrle, o belga Kevin de Bruyne e o brasileiro Willian, que estava no Anzhi, da Rússia. Juntam-se aos garotos o experiente atacante camaronês Samuel Eto’o, companheiro de Willian no futebol russo e que voltará a trabalhar com Mourinho – eles venceram a Liga com a Inter de Milão.

  • Napoli (Itália)

    Vice-campeão italiano, o Napoli volta à Liga dos Campeões após uma temporada de ausência. A última edição que participou foi a de 2011/12, quando venceu o jogo de ida das oitavas de final contra o Chelsea, mas deixou a vantagem escapar no duelo da volta e viu os ingleses caminharem em direção ao título. O time do sul da Itália perdeu aquele que vinha sendo seu principal jogador: o atacante uruguaio Edinson Cavani, vendido ao PSG por 64 milhões de euros (cerca de R$ 195 milhões). Para tentar amenizar a baixa no setor, o clube foi buscar no Real Madrid um novo comandante para o ataque: o argentino Gonzalo

    Higuaín. Da equipe espanhola, chegaram ainda o defensor Raul Albiol e o meia-atacante José Callejón. Para o gol, o espanhol Pepe Reina e o ex-santista Rafael são opções para substituir Morgan De Sanctis, negociado com a Roma. Com o elenco mais rico em opções, o Napoli se vê em condição de repetir o que fez há dois anos e chegar ao mata-mata. Mas brigar em condições de igualdade com as principais forças europeias ainda parece uma realidade distante.

  • Borussia Dortmund (Alemanha)

    Depois do vice-campeonato da Liga dos Campeões e do Campeonato Alemão, o temor dos torcedores do Borussia Dortmund era de que a equipe sofresse um verdadeiro desmanche para atual temporada, já que o sucesso na Europa fez com que muitos dos seus jogadores fossem cobiçados por grandes forças do futebol europeu. E, de fato, o time perdeu um dos seus principais nomes: o meio-campista Mario Götze, que foi para o rival Bayern de Munique. Porém, os alemães conseguiram manter o artilheiro polonês Robert Lewandowski, que tinha a sua saída dada como certa, mas que permaneceu na equipe e vai

    cumprir o seu contrato até a metade de 2014, ainda que não totalmente satisfeito com sua situação no clube. Juntaram-se à excelente base do time germânico o meia armênio Henrikh Mkhitaryan, que era do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e o atacante gabonês Aubameyang, proveniente do Saint-Etienne, da França.

  • Olympique de Marselha (França)

    Após um ano de ausência, o clube de Marselha está de volta à Liga dos Campeões. Na última participação, na edição 2011/12, chegou às quartas de final e foi eliminado pelo Bayern de Munique. A classificação para a competição continental veio com o vice-campeonato francês, no qual perseguiu o PSG durante a maior parte da disputa, mas acabou vendo o adversário disparar nas rodadas finais. Ao longo da campanha, a defesa se mostrou bastante sólida, mas o setor ofensivo não agradou. Buscando reforçar aquela que vinha sendo considerada a posição mais carente do elenco, o time tratou de buscar dois jogadores que

    se destacaram dentro do país: Saber Khalifa, ex-Evian, e Dimitri Payet, ex-Lille. Eles marcaram, respectivamente, 13 e 12 gols no último Campeonato Francês. Ainda assim, o Olympique corre por fora na briga pelo título nacional, tendo em vista os investimentos mais pesados de PSG e Monaco. Chegar novamente às quartas de final da Liga dos Campeões e voltar a ficar entre os oito melhores da Europa será uma missão ainda mais difícil de ser executada.

  • Arsenal (Inglaterra)

    Depois de passar pelo Fenerbahce nos playoffs da Liga dos Campeões com certa facilidade, vitórias fora e dentro de casa, o Arsenal vai disputar a fase de grupos da principal competição europeia entre clubes pela 16ª vez consecutiva. Porém, o time de Londres chega sob muitos olhares de desconfiança, já que a classificação para o torneio foi bastante sofrida e ameaçada dentro do último Campeonato Inglês. A equipe foi a 4ª colocada na Premier League, apenas um ponto à frente do Tottenham, e quase ficou de fora da Champions, conseguindo a última vaga pelo campeonato nacional. E o panorama não é animador,

    uma vez que o clube contratou apenas um jogador de impacto para temporada: o meia alemão Özil, que estava no Real Madrid. O comandante Arsene Wenger já até demonstrou sua insatisfação com a situação de forma pública.

  • Austria Viena (Áustria)

    Foi-se o tempo que o Austria Viena tinha uma certa tradição dentro do futebol europeu. Na Liga dos Campeões da temporada 1978/79, por exemplo, a equipe chegou até a semifinal do torneio, caindo para o Malmö, da Suécia; já em 1984/85, os austríacos foram até as quartas de final, sucumbindo diante do poderoso Liverpool. De lá para cá, nunca mais o time conseguiu ir além das fases preliminares. E para conseguir uma vaga nos grupos da atual edição da Champions, passou sufoco nos playoffs contra Hafnarfjordur, da Islândia, e Dínamo Zagreb, da Croácia. Estar entre as principais equipes do

    continente já é um grande feito para o clube, que no futuro pretende voltar a incomodar os gigantes da Europa.

  • Zenit (Rússia)

    Apesar de ser um dos clubes mais antigo da Rússia, as maiores conquistas do Zenit aconteceram somente a partir do começo do século, como os três títulos do Campeonato Russos que tem no currículo, e, principalmente, com a campanha vitoriosa na Copa da Uefa de 2007/2008 – depois ainda veio o título da Supercopa da Europa. A taça na competição que antecedeu a Liga Europa fez com que o Zenit se igualasse ao CSKA Moscou como únicas equipes do país a terem conquistado um troféu europeu. E dois nomes de peso chegaram para reforçar a equipe nesta temporada: o volante Anatoliy Tymoshchuk, campeão

    de tudo com o Bayern de Munique, e o retorno do experiente meia Andrey Arshavin, revelado pelo próprio Zenit e que brilhou nos campos da Inglaterra com a camisa do Arsenal.

  • Atlético de Madri (Espanha)

    A ascensão que vinha apresentando havia alguns anos no Campeonato Espanhol foi premiada na última temporada com o terceiro lugar, colocação que resultou na possibilidade de voltar a disputar a Liga dos Campeões após quatro edições. Além disso, o Atlético conquistou o título da Copa do Rei ao vencer o clássico da capital contra o Real Madrid na decisão. O problema agora é que o grande responsável pela campanha bem sucedida não está mais à disposição. Trata-se do atacante colombiano Falcao García, negociado com o Monaco, da França. Para o lugar dele, o clube foi atrás de David Villa, que via seu espaço no Barcelona cada vez mais reduzido.

    De resto, a base do time é a mesma. Em 2009, na última vez que participou da Liga dos Campeões, o clube conseguiu passar da fase de grupos e chegar às oitavas de final. Acabou caindo diante do Porto pelo número de gols marcados fora de casa. O desafio desta vez é o de atingir novamente ao mata-mata e, pelo menos, igualar o desempenho daquela oportunidade.

  • Porto (Portugal)

    Comandado por Deco, o Porto venceu o Monaco por 3 a 0 na final da Liga dos Campeões de 2004 e ficou com o título. Desde então, o melhor desempenho na competição foi em 2009, quando caiu diante do Manchester United nas quartas de final. Na temporada que vai marcar os dez anos da última vez que se sagrou campeão europeu, o time português tem objetivos mais modestos. Ficar novamente entre os oito melhores seria motivo de comemoração – em que pese o fato de ser tricampeão nacional. Algo que já vinha ocorrendo nos anos anteriores voltou a acontecer nesta temporada: a equipe negociou

    jogadores de destaque do seu elenco. Desta vez, saíram James Rodríguez e João Moutinho, ambos vendidos ao Monaco. As contratações se resumem a revelações que se destacaram em clubes menores de Portugal: o atacante francês Nabil Ghilas, o meia Licá e o colombiano Quintero, que também é meia e se junta ao compatriota Jackson Martínez para manter a tradição colombiana do clube que vem desde os tempos de Falcao García.

  • Celtic (Escócia)

    Os tempos de glórias do atual bicampeão da Escócia dentro da Europa ficaram lá no passado. Mais precisamente no final da década de 60, quando o clube teve sua maior glória na conquista da Liga dos Campeões de 1966/67. Naquela ocasião, o Celtic se tornou o primeiro clube britânico a ficar com o título do torneio, que até então só havia sido vencido por times italianos, portugueses e espanhóis. Os dias atuais são bem diferentes, e os escoceses devem fazer figuração na competição mais uma vez. Para conseguir um lugar na fase de grupos da Champions desta atual temporada, a equipe penou para eliminar

    o Shakhter Karaganda, do Cazaquistão, após perder por 2 a 0 no jogo de ida dos playoffs e conseguir uma vitória heroica em casa, por 3 a 0. O principal reforço para a competição é o finlandês Pukki, jovem talento que estava no Schalke.

  • Ajax (Holanda)

    Dominante dentro do seu país, mero figurante fora dele. É dessa maneira que o Ajax pode ser definido nos dias de hoje. O clube de Amsterdã é o atual tricampeão holandês, mas coleciona eliminações precoces na Liga dos Campeões. A última vez que passou da fase de grupos foi em 2006, quando foi eliminado pela Inter de Milão nas oitavas de final. Para tentar interromper essa sequência longe do mata-mata da competição continental, o time bem que estava disposto a manter todos os principais jogadores, mas não conseguiu. Já no final da janela de transferências, acabou vendendo o meia Christian

    Eriksen ao Tottenham. Sem o jovem dinamarquês, o Ajax perde bastante qualidade na criação de jogadas. Entre as novidades do elenco, está o atacante Bojan Krkic, que ainda busca confirmação na carreira. Revelado pelo Barcelona, o espanhol de 23 anos nunca se firmou por lá. Teve passagem apagada também pela Itália, onde defendeu por empréstimo Roma e Milan. É assim, enfraquecido, que o clube quatro vezes campeão europeu tentará enfim sobreviver à fase de grupos.

  • Milan (Itália)

    A chegada de Mario Balotelli no meio da última temporada deu nova cara ao Milan. Até então com campanha irregular no Campeonato Italiano, o time saiu do meio da tabela e conquistou vaga na Liga dos Campeões. Ainda sem contar com ele, a equipe bateu o Barcelona por 2 a 0 no jogo de ida das oitavas de final da competição continental, mas acabou sendo goleada no duelo da volta por 4 a 0 e eliminada. O atacante é a grande novidade para a disputa da atual edição, mas não a única, já que um velho conhecido da torcida está de volta. Trata-se do meia brasileiro Kaká, que busca reencontrar o bom futebol após

    passagem apagada pelo Real Madrid. Chegaram também o meia Andrea Poli, ex-Sampdoria, e o atacante Alessandro Matri, ex-Juventus. Por outro lado, o meia Kevin Prince Boateng foi vendido ao Schalke, da Alemanha. O segundo maior vencedor da Liga dos Campeões deve chegar à competição mais forte do que estava no último ano. Mas dificilmente conseguirá brigar em condições de igualdade com as principais potências do continente.

  • Barcelona (Espanha)

    Apesar de ter conquistado o título espanhol sem dificuldade, o Barcelona viu-se dominado pelo Bayern de Munique na semifinal da Liga dos Campeões na última temporada. A derrota por 7 a 0 no placar agregado dos dois jogos fez despertar a necessidade de mostrar recuperação e retomar o reinado europeu. Quem comanda a missão é o argentino Gerardo Martino, substituto de Tito Vilanova – que deixou o cargo para tratar de um câncer. A grande novidade do elenco ficou por conta do ex-santista Neymar, contratado por 57 milhões de euros (cerca de R$ 160 milhões). Se repetir o nível das atuações na Copa das

    Confederações, o brasileiro tem tudo para formar com Lionel Messi o ataque mais temido do continente. A responsabilidade de municiá-los continua recaindo principalmente sobre Xavi e Iniesta, dois dos melhores do mundo nesta função. O problema é que a defesa, setor que sofreu críticas na última temporada, segue sem novidade. Os brasileiros Thiago Silva e David Luiz bem que foram sondados, mas não houve acordo com nenhum deles.

  • Carlos Vela (ATACANTE)

    Enquanto pertenceu ao Arsenal, o mexicano não se firmou no time e foi emprestado algumas vezes. Na Real Sociedad, ele parece ter se acertado. Na última temporada, teve o melhor desempenho da carreira ao marcar 14 gols em 37 jogos. Na anterior, também com os espanhóis, disputou as mesmas 37 partidas e fez dois gols a menos. Os números nem se comparam aos que apresentou por onde passou antes e apontam evolução do atacante de 24 anos, capaz de finalizar com as duas pernas.

  • Stefan Kiessling (ATACANTE)

    Destro, alto – 1,94m –, exímio cabeceador e com faro de gol apurado. Aos 29 anos de idade e amadurecido, o atacante Kiessling vive a melhor fase da sua carreira e conseguiu ser o artilheiro da Bundesliga na temporada passada com 25 gols anotados. Apesar de todo apelo da imprensa local e dos torcedores, o centroavante não é mais convocado pelo técnico Joachim Löw para seleção nacional. E ninguém sabe o motivo, porque o atleta já vem merecendo uma chance há tempos.

  • Bernard (MEIO-CAMPISTA)

    Apesar da pouca idade, o meia assumiu papel de protagonismo no vice-campeonato brasileiro de 2012 e na conquista da Libertadores de 2013 pelo Atlético-MG. As atuações chamaram tanto a atenção que acabaram rendendo um lugar na seleção brasileira que ganhou a Copa das Confederações. Rápido e habilidoso, costuma jogar pela faixa esquerda do campo. No futebol europeu, o atleta de 21 anos tem como desafio dar sequência à ascensão que vinha demonstrando no Brasil.

  • Van Persie (ATACANTE)

    O holandês foi o grande reforço do clube na temporada passada e se encaixou no time como uma luva. Com a camisa do Manchester United, Van Persie seguiu o excelente desempenho que teve pelo Arsenal, atingindo o auge da sua carreira. Experiente e aos 30 anos de idade, o atacante foi protagonista na conquista do título inglês, terminando como artilheiro do torneio com 26 gols marcados. É a esperança da equipe na Liga dos Campeões.

  • Lars Jacobsen (DEFENSOR)

    Se do meio para frente o Copenhague conta com muitos jovens promissores, na defesa a história é diferente. E quem comanda o setor defensivo da equipe é o experiente lateral direito Lars Jacobsen, de 33 anos, com mais de 60 jogos pela seleção do país, tendo participado da Copa do Mundo de 2010. O atleta é o capitão do time há muitas temporadas e se destaca pelo forte poder de marcação.

  • Didier Drogba (ATACANTE)

    Quarto maior artilheiro da história do Chelsea, o atacante marfinense encerrou a trajetória no clube na final da Liga dos Campeões de 2012, na qual marcou o gol de empate no fim de jogo e converteu a cobrança de pênalti que confirmou o título. Após rápida passagem pela China, está de volta à Europa para mais uma vez tentar ajudar um time a se firmar entre os mais fortes do continente. Aos 35 anos, combina força física e técnica como poucos. Destaca-se também pelo cabeceio.

  • Andrea Pirlo (MEIO-CAMPISTA)

    Apesar dos 34 anos de idade, o meio-campista continua atuando em alto nível. Desde que chegou à Juventus, em 2011, tornou-se peça fundamental para o sucesso do clube de Turim, campeão italiana nas duas últimas temporadas. Pelos seus pés, passam a maior parte das jogadas de ataque do time. Dono de uma técnica privilegiada, além de visão de jogo e controle de bola acima da média, costuma impressionar pela precisão nos lançamentos e nos chutes de fora da área.

  • Cristiano Ronaldo (ATACANTE)

    O português é a principal alternativa a Lionel Messi nas discussões sobre quem é o melhor jogador do mundo na atualidade. Dono de uma técnica incomum, o atacante se destaca também pela velocidade nas arrancadas, pelo controle de bola e pelos chutes potentes de fora da área. Adquirido pelo Real Madrid em 2009 após brilhar pelo Manchester United, já aparece em sexto lugar na lista dos maiores artilheiros da história do clube espanhol.

  • Aleksandar Mitrovic (ATACANTE)

    Aos 18 anos, o atacante sérvio é considerado um dos jogadores mais promissores da Europa na atualidade e já chegou a ser convocado para defender a seleção principal do seu país nas Eliminatórias. Autor de 13 gols em 34 partidas pelo Partizan na última temporada, sabe como usar o corpo e tem como ponto forte as jogadas pelo alto. Adquirido pelo Anderlecht por 4,4 milhões de euros (cerca de R$ 14 milhões), tornou-se a compra mais cara da história do clube.

  • Javier Saviola (ATACANTE)

    Em um elenco sem grandes estrelas, o argentino Saviola é quem se destaca. Recém-contratado pelo Olympiacos, o já consagrado e experiente atacante de 31 anos de idade chega para ser a solução no ataque da equipe, mesmo sem ter o mesmo vigor de temporadas passadas, quando brilhou por River Plate, Barcelona e Benfica.

  • Zlatan Ibrahimovic (ATACANTE)

    Dentro de campo, o atacante sueco combina muito bem técnica e força física. Finaliza muito bem tanto dentro da área como de longe, mas também se destaca pela habilidade, mobilidade elasticidade incomuns para alguém de 1,95 m. Fora dos gramados, porém, é conhecido pelo temperamento explosivo, algo que causou problemas em clubes por onde passou. Na última temporada, a primeira pelo PSG, fez 30 gols no Campeonato Francês e foi artilheiro da competição com alguma folga.

  • Óscar Cardozo (ATACANTE)

    Comprado pelo Benfica em 2007, o atacante rapidamente se adaptou ao time português e respondeu com gols o investimento feito pelos portugueses nos seus serviços. Dono de um chute muito forte com a perna esquerda e bom cobrador de faltas, o paraguaio de 30 anos se tornou o maior artilheiro estrangeiro da história do clube. Resta saber se o desentendimento com o técnico Jorge Jesus ao final da última temporada influenciará o desempenho dentro de campo.

  • Pavel Horváth (MEIO-CAMPISTA)

    O experiente meio-campista de 38 anos se destaca num grupo que mescla veteranos com jovens promessas do futebol tcheco. Horváth é o camisa 10 e capitão do Viktoria, já tendo defendido a seleção do seu país em 18 oportunidades. Mais ofensivo no começo da carreira, atualmente o jogador atua como segundo volante, cadenciando o jogo.

  • Sergio Agüero (ATACANTE)

    Diante de um elenco estrelado, cheio de jogadores caros e de renome mundial, o atacante argentino Sergio Agüero se destaca e tem seu lugar praticamente garantido entre os titulares do Manchester City. Em 2011, nos acréscimos, foi dele o gol do título que tirou o clube de uma incômoda fila de 44 anos sem ganhar o Campeonato Inglês. De lá para cá, sua moral na equipe só aumenta e ele se tornou o protagonista do ataque.

  • Alan Dzagoev (MEIO-CAMPISTA)

    Depois de passar por times menores da Rússia nas categorias de base, o jovem meio-campista de apenas 23 anos de idade chegou ao CSKA em 2008 e hoje é imprescindível para a equipe moscovita e para a seleção russa. Dzagoev é destro, habilidoso e sempre ajuda marcando gols.

  • Franck Ribéry (MEIO-CAMPISTA)

    Aos 30 anos de idade, o meia-atacante francês atingiu o auge da sua carreira na temporada passada, quando foi um dos principais nomes do Bayern na conquista da Liga dos Campeões. Até por isso, foi premiado recentemente pela Uefa como o melhor jogador da Europa, superando os finalistas Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Sua identificação com o Bayern é enorme e o jogador já fala, inclusive, em encerrar a carreira no clube e continuar morando na cidade de Munique.

  • Adrian Popa (ATACANTE)

    O atacante de 25 anos de idade apareceu um tanto quanto tarde para o futebol e só começou a alavancar sua carreira a partir de 2012, quando chegou ao Steaua depois de passar por equipes menores da Romênia. Baixinho (apenas 1,69m de altura), de boa qualidade técnica e habilidoso, Adrian Popa atua como segundo atacante, caindo pelas pontas. Não costuma fazer muitos gols, mas aos poucos vem se consolidando da seleção do seu país.

  • Mohamed Salah (MEIO-CAMPISTA)

    O jogador egípcio tem apenas 21 anos de idade e é considerado um dos maiores talentos do futebol africano dos últimos anos. Bastante habilidoso e extremamente rápido, Salah também sabe finalizar como poucos. Ele pode atuar mais centralizado, chegando de frente do meio para o ataque, ou caindo pelas pontas, fazendo jogadas de linhas de fundo.

  • Julian Draxler (MEIO-CAMPISTA)

    Um dos nomes de destaque da nova geração de talentos do futebol alemão é o meia-atacante Draxler, de apenas 19 anos de idade e já consolidado na seleção principal da Alemanha. Seguramente ele estará na Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Formado no próprio Schalke, o atleta entrou para história por ser o quarto mais jovem a entrar em campo pela Bundesliga, isso em 2011. Na época, tinha apenas 17 anos.

  • Oscar (MEIO-CAMPISTA)

    Com tantos jovens valores mesclados com atletas já experientes no time do Chelsea, talvez o que mais se destaque seja o meio-campista Oscar, titular absoluto da equipe inglesa e também da seleção brasileira de Luis Felipe Scolari. Com apenas 21 anos de idade, o camisa 11 é o termômetro da equipe e por ele nascem as principais jogadas de ataque, tanto pela intermediária quanto pelas laterais do campo.

  • Gonzalo Higuaín (ATACANTE)

    O atacante revelado pelo River Plate chega ao Napoli após sete temporadas no Real Madrid, onde encarava concorrência pesada no ataque e lutava constantemente para aparecer entre os titulares. Desta vez, a história deverá ser diferente. Aos 25 anos, foi contratado pelo time italiano para assumir papel de protagonista e substituir o artilheiro Edinson Cavani, que se transferiu ao PSG. Dentro de campo, destaca-se pela velocidade e boa capacidade de finalização.

  • Marco Reus (MEIO-CAMPISTA)

    Com a saída de Götze e com a insatisfação de Lewandowski, que queria ser negociado, o cara do Borussia Dortmund na temporada será o jovem Marco Reus. Ele começou a carreira na base do próprio Dortmund, foi negociado com o xará de M’gladbach, mas retornou ao clube do coração para brilhar. Tanto que já cavou seu lugar no time titular da seleção da Alemanha, considerada uma das favoritas à conquista da Copa de 2014.

  • Mathieu Valbuena (MEIO-CAMPISTA)

    Extremamente rápido e habilidoso, o meia de 28 anos joga pelos lados do campo, onde explora as jogadas de velocidade. Contratado pelo Olympique em 2006 após se destacar pelo Libourne Saint Seurin, foi aos poucos conquistando lugar no time e status de ídolo da torcida. As boas atuações renderam até a oportunidade de disputar a Copa do Mundo de 2010. Desde então, firmou-se como presença constante nas convocações do técnico Didier Deschamps para a seleção francesa.

  • Aaron Ramsey (MEIO-CAMPISTA)

    Com apenas 22 anos de idade, o meio-campista galês superou uma grave lesão que teve na perna direita em 2011, quando chocou a todos na Inglaterra, e ganhou de vez seu espaço no Arsenal. Depois de quase um ano se recuperando da fratura, Ramsey foi entrando aos poucos na equipe até se firmar como titular. Além de ter bom toque de bola e de ser eficiente na marcação, o atleta usa sua habilidade para municiar o ataque e também para marcar seus gols.

  • Philipp Hosiner (ATACANTE)

    O atacante de apenas 24 anos de idade chegou ao Austria Viena em 2012, se transformando em destaque logo nos primeiros jogos pela equipe. Antes, atuou por times menores da Alemanha e da Áustria, sempre marcando muitos gols. Hosiner é peça fundamental no esquema de jogo do time e faz parte também da seleção austríaca que disputa as eliminatórias para Copa de 2014.

  • Hulk (ATACANTE)

    O atacante fez história ao se tornar o primeiro jogador negro a atuar pelo Zenit, juntamente com o belga Axel Witsel, e desde então tem sido alvo de racismo por parte dos torcedores do time. Hulk também sofreu boicote de alguns jogadores do próprio elenco, que não concordavam com o alto salário do atleta. Mesmo diante de tantos problemas fora das quatro linhas, ele é o destaque da equipe e ainda com mais moral após o título da Copa das Confederações pela seleção brasileira, jogando como titular.

  • David Villa (ATACANTE)

    Maior artilheiro da história da seleção espanhola com 56 gols, o atacante de 31 anos inicia uma nova fase na carreira. Depois de passar três temporadas no Barcelona, chega ao Atlético de Madri com a responsabilidade de substituir o colombiano Falcao García no posto de artilheiro da equipe. Ágil, pode ser escalado não só como centroavante e jogar também pelos lados do campo. Além da capacidade de balançar as redes, destaca-se pela técnica e velocidade.

  • Jackson Martínez (ATACANTE)

    O atacante chegou ao Porto na última temporada e já teve impacto imediato: com 26 gols, foi o artilheiro do Campeonato Português e comandou a equipe ao terceiro título nacional consecutivo. Membro da seleção colombiana desde 2009, soma sete gols em 20 partidas disputadas. Capaz de finalizar bem com as duas pernas, busca repetir nesta Liga dos Campeões o bom desempenho do ano anterior e se estabelecer de maneira definitiva entre os grandes atacantes do futebol mundial.

  • Georgios Samaras (ATACANTE)

    Samaras é grego e figurinha carimbada na sua seleção nacional, mas o atacante começou sua carreira profissional no Heerenveen, da Holanda, onde teve três excelentes temporadas, até ser contratado pelo Manchester City. Sem muito destaque na Inglaterra, se transferiu para o Celtic em 2008, tornando-se referência na equipe. Aos 28 anos, o jogador de 1,94m tem como principal característica o bom posicionamento e a jogada aérea.

  • Siem De Jong (MEIO-CAMPISTA)

    Com a saída de Eriksen, recai sobre o meia-atacante holandês a responsabilidade de liderar o Ajax dentro de campo. Os chutes de fora da área combinam precisão e força. Além disso, caracteriza-se pela mobilidade e pela capacidade de criar espaços na defesa adversária. Versátil, pode jogar também como atacante, posição na qual mostra-se um bom finalizador dentro da área. As boas atuações o renderam algumas convocações para a seleção holandesa nas Eliminatórias para a Copa do Mundo.

  • Mario Balotelli (ATACANTE)

    As polêmicas que se envolve o fazem chamar a atenção fora dos campos. Mas o atacante é talentoso o suficiente para atrair os holofotes na mesma proporção dentro das quatro linhas. Considerado uma das peças mais importantes da seleção italiana, chegou ao Milan em janeiro e não demorou a causar impacto no time. Tem presença de área, é forte no cabeceio e costuma chutar com precisão. Por outro lado, a instabilidade emocionalmente é um ponto fraco e pode atrapalhar.

  • Messi (ATACANTE)

    Trata-se do jogador mais completo do futebol na atualidade. Não à toa, foi ele o vencedor das quatro últimas edições do prêmio da Fifa de melhor do mundo. Aos 26 anos, já ocupa o posto de principal artilheiro da história do Barcelona. Entre as características que fazem do atacante argentino tão especial, destacam-se a velocidade com a bola nos pés, os dribles curtos, a agilidade para escapar da marcação dos adversários e a capacidade de finalização.

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